

Na televisão e até mesmo na internet ficamos encantados olhando estádios lindos e com um design impressionante, que fazem até com que as pessoas que não gostam do esporte fiquem com vontade de ver uma partida dentro deles… e os mais feios e estranhos, quem mostra? O Haznos, claro.
Japão, estádio de Osaka, antigamente era casa do time de beisebol chamado Nankai Hawks e contava com mais de 30 mil lugares. O time foi vendido e sua sede passou a ser na cidade de Fukuoka. O estádio foi abandonado e, como diz o ditado, o gato sai de casa e os ratos tomam conta.
Venezuela, Caracas, o “Cocodrilos Sports Park” é um estádio usado para vários esportes e fica ao lado de uma rodovia e um amontoado de pedras. Tem apenas 3 mil lugares em suas arquibancadas.
Portugal, Braga, este é um dos mais caros e estranhos estádios das terras lusitanas. Seu custo final ficou em torno de 122 milhões de dólares só por causa da enorme pedra que o “cerca”. Foi considerado um dos mais originais e bonitos estádios do mundo… eu só acho ele estranho, mesmo.
Imotski, uma pequena cidade da Croácia é palco deste estádio bem estranho. A cidade conta com uma população de pouco mais de 4 mil pessoas e o estádio tem capacidade para exatas 4 mil. Isso já é de fato uma coisa incomum, mas seu design e onde ele foi construido também contribuem para que ele esteja nesta lista.
Brasil, cidade de Curitiba. É lá que fica este estádio ecológico chamado Janguito Malucelli, a idéia é boa, mas as fotos mostram que faltou um pouco de empenho na construção dele… ou não.
Ilhas Faroe, perto do mar da Noruega e o Oceano Atlântico, perto também da Escócia e da Islândia, só pela localização já merecia um lugar de destaque por aqui, mas a imagem prova que não é só este “mérito” que o estádio conquistou.
Cingapura, Marina Bay, lá por aquelas terras que este estádio feito completamente de aço e tem capacidade de aguentar até 30 mil pessoas fica. Na verdade não é um estádio feio, só estranho mesmo.
A Bulgária não é conhecida por mim por nada, nem bebidas, mulheres, futebol… nada mesmo. Agora pelo menos já conheço o estádio Balchik, que é bem estranho.
A Noruega pode usar o mesmo exemplo acima, tirando a parte das mulheres…
A África do Sul, pode-se dizer com toda certeza, é um lugar onde as pessoas amam o futebol. Este estádio não é feio e só entra nesta lista por ser estranho demais. Apesar de toda sua “estranheza”, ele abriga até 59 mil torcedores sedentos por esportes que podem além de tudo, ainda apreciar seu belo e diferente design.
Áustria, Viena: O Hohe Warte Stadium talvez seja ainda mais ecológico que o estádio ecológico do Brasil, a maioria das pessoas ficam em pé porque não existem arquibancadas para todos, bem, se isso não é um ótimo motivo para ser um estádio bizarro, me perdoem. Não tenho outro.
Este estádio fica na Bélgica, foi construído em 1923 e é um dos maiores e mais luxuosos da Europa. O problema é que ele é feio, muito feio.
Ucrânia.
Não preciso dizer nada, certo?
O trabalho de um grupo de biólogos no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho, resultou na descoberta de um anfíbio de formato parecido com uma cobra. Atretochoana eiselti é o nome científico do animal raro descoberto em Rondônia. Até então, só havia registro do anfíbio no Museu de História Natural de Viena e na Universidade de Brasília. Nenhum deles têm a descrição exata de localidade, apenas 'América do Sul'. A descoberta ocorreu em dezembro do ano passado, mas apenas agora foi divulgada.
O biólogo Juliano Tupan, analista socioambiental da Santo Antônio Energia, concessionária da usina hidrelétrica, conta que foram encontrados seis exemplares do anfíbio, que ficou conhecido como cobra mole, durante o processo de secagem de um trecho do leito do rio. Os animais estavam no fundo do Rio Madeira entre pedras que compunham as corredeiras de Santo Antonio, no leito original do rio.
“A Amazônia é uma caixa de surpresa em se tratando de anfíbios e répteis. Ainda há muita coisa para ser descoberta”, afirma o biólogo.
Segundo Tupan, o ponto mais importante dessa descoberta é que agora se tem a noção de onde a Atretochoana eiselti pode ser encontrada. “Provavelmente em todo o Rio Madeira até a região da Bolívia”, diz.
Os primeiros exemplares do anfíbio foram encontrados pela equipe de Juliano Tupan em dezembro do ano passado. Em janeiro passado ele encontrou mais dois exemplares, mas morreram.
Juliano explica que a divulgação da descoberta foi feita somente agora porque estava em processo de validação e catalogação científica.
“Resgatar um animal tão raro como este foi uma sensação fora do comum. Procurei referências bibliográficas, entrei em contato com outros pesquisadores e vimos que se tratava de Atretochoana eiselti”, lembra Juliano Tupan.
Parente de sapos e pererecas
O formato cilíndrico do corpo do anfíbio faz logo pensar que se trata de uma cobra meio esquisita. Mas Juliano explica que a Atretochoana eiselti não tem parentesco algum com répteis. “Esse anfíbio é parente próximo de salamandras, rãs, pererecas e sapos. Apenas se parece com uma serpente, mas não é”, afirma o biólogo.
Dois exemplares da Atretochoana eiselti descobertos no Rio Madeira estão no Museu Emilio Goeldi, em Belém, PA.
Juliano conta que cerca de dois meses após a descoberta no Rio Madeira um grupo de pescadores do Pará encontrou um exemplar na foz do Rio Amazonas, na região de Belém, PA.